Páginas

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Aprenda com os erros e com os acertos dos outros.

Bom, o assunto de hoje é mercadologia, ou seja, o estudo de mercado.
A ideia não é estimular a cópia, nada disso. A questão é estudar o mercado em que você está inserido.

Está cada vez mais raro você se deparar com um problema que jamais tenha sido resolvido, ou, que alguém jamais tenha enfrentado igual ou semelhante.
Estudar o mercado é procurar entendê-lo. Se você entende o mercado, conhece a sua história, fica muito mais fácil de projetar o futuro. Fica mais fácil de tirar lições e não cometer os mesmos erros.
Observando o mercado, podemos eliminar certas estratégias, eliminar certas ações que não deram certo. Claro, em tudo na vida há um contexto e tem os seus poréns. Não podemos esquecer também das exceções.

Procure entender o mercado. Não cometa os mesmos erros dos seus concorrentes.

E-COMMERCE - Consumidor de baixa renda

Ao contrário do que muitos pensam, o e-commerce não é mais um meio utilizado apenas por pessoas pertencentes as classes A e B.
Com a disseminação da Internet, as classes menores cresceram sua participação no meio. Pesquisas apontam que essas classes estão além de pesquisando, estão também efetuando compras através da Internet. 

Segundo levantamento realizado pelo e-bit, no primeiro semestre deste ano cerca de 61% das pessoas que realizaram sua primeira compra são pertencentes as classes menos favorecidas, que possuem renda familiar em torno de 3mil reais.
Se compararmos o primeiro semestre de 2009 e o primeiro semestre de 2011, iremos perceber que houve um crescimento de 2% na participação das classes mais baixas. O que representa mais de 5milhões de novos consumidores.


Com a popularização e o ingresso de grandes marcas no meio, a confiança dessas classes aumentou, o que se transformou em mais fluxo de venda. O que antes era visto como uma transação perigosa, hoje é visto positivamente, como uma facilidade, e o que é importante descatar, sem perda de qualidade e com muitas vantagens.
Essas informações só provam o crescimento das classes mais baixas, que estão ativas no mercado e realmente consumindo cada vez mais.

As classes menos favorecidas já perceberam a facilidade do meio. Esse público vem ganhando espaço e vem consumindo cada vez mais. Não é a toa que marcas estão se posicionando, e estão mirando esse público.

Focar nesse público com certeza é uma ótima oportunidade para muitas empresas.

Confira a matéria completa aqui.


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Não vamos confundir, por favor!

Depois de se desentender com Fernando Carvalho e passar alguns anos distantes do Estádio Beira Rio, Fernandão volta ao Internacional, dessa vez para trabalhar fora das 4 linhas, para ser um dos homens do futebol ao lado de Anápio Gomes.

Ontem, parei e me perguntei; Será que vai dar certo?

Minha pergunta não é restritamente referente ao caso que está acontecendo no Sport Club Internacional, e sim, para todos clubes que tentam implementar esta ideia. Acredito que seja sempre muito complicado misturar essas duas questões; idolatria e história de um jogador com o profissionalismo de um gestor. Elas não podem ser confundidas. É preciso separar. Como se fossem duas pessoas.

O jogador que vira administrador, executivo, gerente.. Precisa ter conhecimento administrativo, e buscar entender cada vez mais. Não basta sair do campo e entrar na sala executiva. Um profissional deste meio não vive apenas de imagem.


Está confusão é complicada, pois o profissional pode acabar se prejudicando e acabar prejudicando o seu clube. Se o profissional não tem capacidade a chance deste trabalho dar errado é enorme.
Um dos piores erros é esse profissional durar mais do que a sua data de validade, pelo simples fato de ser um jogador-ídolo.
Fernandão precisa ser competente como um dos homens do futebol. Precisa estar cercado de boas pessoas. Precisa buscar conhecimento na área. Caso ao contrário estará muito próximo do fracasso.